domingo, 30 de maio de 2010

medo.



Estou afim de escrever... não sei o que...
Não sei o que dizer, o que escrever... Não ouso entender, tantas vezes já parei pra tentar entender e isso nunca deu certo.

Porque há coisas incompreensíveis nesse mundo...

Tudo muito incompreensível...
Mas eu tenho medo.


medo. medo. medo. medo.

domingo, 11 de abril de 2010

Não aguento mais sentir o que estou sentindo!!
"Tantas saudades do que ainda não vivi..."

sábado, 3 de abril de 2010

Chegou a hora...



As vezes o que eu falo não é a verdade.

A verdade fica presa no coração, não solto mentiras, é tudo omissão.

Porque o medo de expressar os sentimentos é maior.

No fundo a gente sente uma coisa, mas finge não sentir. Tem medo. E ao ser perguntado sobre o que está acontecendo tem vontade de gritar, falar tudo, todo o sentimento, todo o medo.... O medo sobressái, e ai vem a omissão...


Só que as vezes palavras/sentimentos omitidos podem se complicar no futuro... Pode ser triste para os dois lados...



Com a convivência a gente percebe que pessoas mudam, e que nada é mais como antes, ainda pode ter um pouco do sentimento que existia, mas quem sabe se é forte o bastante pra aguentar o que está acontecendo?




Pessoas mudam... sentimentos mudam... Mas porque VOCÊ, logo você, tinha que mudar tanto? Queria que aquela menina, amiga, meiga, sensível, aquela menina amorosa e apaixonada não tivesse mudado tanto... minha amiga. Pra sempre, até o coração aguentar.

sábado, 27 de março de 2010

A felicidade de um presente.


Quando o dia começa não tão bem, tem 5 horas de aula em pleno sábado, e volta pra casa num ônibus lotado depois que este demorou 40 minutos pra passar, você pensa que não vai ganhar nada produtivo deste dia, que não aprenderá nada. Mas isso pode não ser verdade...

Ao conseguir sentar no ônibus (finalmente) e este ficar quase vazio percebo nas pessoas ao meu redor, e me deparo com um homem segurando balões amarelos, nos bolsos, pirulitos e juntamente com os balões um dvd de um filme infantil. Simples, só isso nas mãos. E continuo a olhar, é... ele é pai. E está levando SÓ isso para a filha. Mas pensei... Imagina a felicidade dessa criança assim que o pai chegar em casa com APENAS isso nas mãos... Pra ela, não será APENAS isso, e sim TUDO isso. Com o sorriso no rosto, gritos histéricos de "Mãe, Mãe, olha o que papai trouxe pra mim!!!", um forte abraço no pai e corre pra o dvd pra assitir ao filme, claro, com um pirulito na boca e um balão envolvido num abraço. O que ficou na cabeça foi a imagem do sorriso, o sorriso de uma criança que só pode receber isso, mas fica feliz com o que tem, com a surpresa, o carinho, a consideração, o AMOR. Os sentimentos e presentes mais importantes que alguém pode receber.

Imaginando o sorriso da criança já fiz até um discurso pra minha filha (quando tiver):
No dia de seu aniversário, uma rosa de presente, surpresa. E falar: "Filha, aprenda que em sua vida o que importa não é o preço do presente, não, o preço na realidade não vai valer de nada, o que vale é se você souber o que este presente significa, com que ele foi cercado, se for com amor, consideração, será o presente mais caro do mundo, porque isso ninguém compra. A surpresa e a simplicidade do presente valerá mais do que qualquer coisa, se foi dado com a consideração e a vontade de te fazer feliz. Esse é o segredo, te fazer feliz."
E depois quando ela tiver saido de perto segurando sorridentemente a rosa, linda e cheirosa, em cima de sua cama estará o presente que ela tanto pediu... É ... pelo que eu sei da maternidade, eu não irei resistir.


Ah... mas isso é num futuro, muito distante, Só Deus sabe... Mas não custa nada pensar e aprender com a vida pra poder ensinar a alguém no futuro.


Ps. No final da história, a filha tava no ônibus com a mãe em outro banco, o pai só estava carregando as coisas que a filha já tinha ganhado. Mas... a história vale, porque o sorriso da menina era o mesmo que estava na minha imaginação, e eu não precisei mais imaginar, era real.


domingo, 7 de março de 2010

Amado - Vanessa da Mata

"Como pode ser gostar de alguém

E esse tal alguém não ser seu

[...]


Peço tanto a Deus

Para lhe esquecer

Mas só de pedir me lembro

[...]

Meus melhores beijos serão seus..."

Há saudade.


Quando disse que estava bom é porque estava mesmo, tudo o que eu sentia, tudo o que ele me fez sentir, aquele sentimento... Era algo bom, algo real, algo que senti e gostei.
Eu disse que não queria esquecer, quer dizer, disse que queria esquecer, mas agora acho que preferia que não tivesse esquecido, porque ao esquecer me vi triste novamente, me vi fraca, incoerente. É sinal de que esqueci, não ele, mas o sentimento. E agora tento me enganar (ou não) colocando outras pessoas no lugar, mas não sei se é real, porque NADA é real. O que sinto agora, não pode ser real, não pode. Como pode gostar assim? Como pode AMAR assim? Não tem como... Ele está tão longe... mas o sentimento está tão perto.. tão.. real... E nada está coerente. Tudo está tão confuso. Não sei mais, se é esse o sentimento que eu sempre esperei, ou era aquele o sentimento e que agora se foi. Não sei, não sei, não sei. Há muita incongruência, muita confusão, muito espaço aberto, muitas feridas, muitas saudades...

Isso eu sei... há muitas saudades.........

E isso dói.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Como é dificil entender...


"Eu sinto falta sem ao menos conhecer...
Talvez seja natural, Você pode ter sido feito pra mim...
Embora não seja normal... Meu coração está dizendo sim...

Então pra variar
Me deixo levar
Penso nos seus braços me abraçando
Sua pele me tocando,
Sua boca a me beijar..."

Encontro Marcado - EVA

sábado, 30 de janeiro de 2010

Melancia - Marian Keyes

"Se você deixa de ter alguém ou alguma coisa, sente sua perda e, depois, passado algum tempo, preenche o buraco que ficou em sua vida. A ausência, aos poucos, fica cada vez menor e, afinal, desaparece. Há um sentido na dor. Há um motivo e uma direção para ela."
Melancia - Marian Keyes - Pg. 92.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Incompreensível.

Te abracei e senti. O coração batendo. Mas não reconheci se era o meu ou o seu. Ou seria os dois? Queria fugir, mas não consegui. Vc me abraçou e me envolvi. Vc tirou o cabelo do meu rosto, senti.

Não sei mais o que falar... o tempo há de nos responder... assim como os sentimentos.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Foi bom... [2]


Foi bom por um instante jogar tudo pro alto, não conseguir enxergar os erros do passado, sentir-se completa sem cicatrizes, sem dor, sem lágrimas...
Foi bom acreditar que tudo tem uma nova chance, tudo pode ser diferente, e que mesmo nas desilusões do meu coração, que mesmo nos escombros na escuridão a luz pode aparecer intensa e forte e por um breve momento reacender sentimentos que não existia aqui dentro.
Cada breve sorriso, cada brilho no olhar, fazia os minutos paralisar, fazia a tarde iluminar e meu coração acelerar. E hoje eu decidi não me limitar, não deixar de sonhar mesmo que daqui a algumas horas eu venha perceber que tudo aquilo não passou de uma ilusão, de um desejo profundo e surreal. Mesmo que eu venha perceber que aquilo nunca se tornará verdade, que aquele sentimento não passa de mais um engano do meu coração, mesmo que as lágrimas venham invadir os meus olhos e as cicatrizes reabrir as feridas do meu coração. Foi muito bom cada minuto, cada detalhe... Foi bom poder enxergar que meu coração ainda é capaz de amar... Foi bom arriscar e ver você me completar...

Eu ia escrever sobre o que estou sentindo, sobre o que estou pensando... e procurando uma imagem me deparei com um blog que tinha exatamente esse texto dai de cima. Não acreditei no que estava lendo, li denovo. São exatamente as palavras que eu queria soltar, as palavras que eu queria escrever... É incrível, mas é verdade. Me identifiquei, sinto isso, e se não tivesse lido isso, eu escreveria algo muito, muito parecido.
Esse texto é da Beki Girl . Obrigada.