segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Meu coração literalmente apertou de saudade.

Descobri que é possível.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Foi com tanta certeza que eu fiquei na dúvida;

- eu me chamo antonio
E mesmo com tanta felicidade, tantas distrações, tantas responsabilidades...
a saudade insiste em bater.
a saudade insiste em aparecer.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Amizade

Uma das melhores coisas da vida é perceber com quem efetivamente podemos contar em qualquer situação. Isso alivia, conforta, acalma, ampara. E nos faz acreditar que sempre existe uma saída.



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

E quem vê pensa que sou forte...
E quem me lê pensa que sou fraca...

Sou forte? Sou fraca?
Estou de pé. Decerto.
Depois de quarta, quinta...
choro no ombro amigo.

sexta corrida
impedindo o ruflar de sentimentos
o descer de lágrimas

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

♫ I don't wanna be someone who walks away so easily
I'm here to stay and make the difference that I can make ♫

domingo, 13 de outubro de 2013

.

Ontem eu chorei... E como chorei...
Hoje chorei de novo...

sábado, 20 de julho de 2013

Desculpa

Posso pedir uma coisa para você? Me perdoe também. Desculpa se às vezes falo sem pensar, se vomito as coisas de uma forma boba, se sou criançola, mimada e estúpida, se sou tão cabeça-dura a ponto de ficar cegueta. Desculpa se às vezes fico surtada e emburrada. Desculpa se meu orgulho é um dos meus piores defeitos. Desculpa se tenho um lado crítico bem forte. Desculpa se sou ciumenta com as minhas coisas. Desculpa se nem sempre eu sou doce. Desculpa se muitas vezes eu faço birra como se tivesse 5 anos de idade. Desculpa se eu não sou uma pessoa tão boa assim. Desculpa, desculpa mesmo. 

Clarissa Corrêa

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Difícil

Tenho um jeito meio estranho de lidar comigo. Nem sempre me aceito, nem sempre me entendo, nem sempre me dou a mão. E como é essencial a gente se dar a mão, meu Deus! Olhar para dentro pode ser desesperador e doído. A gente carrega muitas coisas no peito, nas costas, na memória. E é preciso tentar viver bem com passado, presente e futuro batidos e misturados dentro da coqueteleira interna. Não é tarefa fácil, não. Requer esforço e uma capacidade bonita de perdoar.

Clarissa Corrêa