quarta-feira, 24 de abril de 2013

Amarras

Fala-se tanto em liberdades atualmente... Mas não percebem que não temos a liberdade de ir como queremos/carregando o que queremos na esquina de casa. Essa liberdade eu anseio mais do que qualquer uma. Que angústia não poder ser livre! Que angústia ter que decidir entre sair ou não com o celular, entre ir ou não para tal lugar, entre estacionar ou não longe daquele lugar! Brasil, liberdade, a gente vê por aqui.

sábado, 20 de abril de 2013

Velhas Árvores



"Olha estas velhas árvores, mais belas 
Do que as árvores novas, mais amigas: 
Tanto mais belas quanto mais antigas, 
Vencedoras da idade e das procelas... 

O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas 
Vivem, livres de fomes e fadigas; 
E em seus galhos abrigam-se as cantigas 
E os amores das aves tagarelas. 

Não choremos, amigo, a mocidade! 
Envelheçamos rindo! envelheçamos 
Como as árvores fortes envelhecem: 

Na glória da alegria e da bondade, 
Agasalhando os pássaros nos ramos, 
Dando sombra e consolo aos que padecem!"
Olavo Bilac

Que dia encantador! Mais um dia cheio de amor! Quanta nobreza nesses corações tão carentes de afeto, mas que continuam firme, forte, na luta diária pela vida, pela esperança!! Admiro-as. Vencedoras! Guerreiras! Lindas! Inspiradoras! #ProjetoNazaré #amor #LardaVovozinha

Mirella Cristina

domingo, 7 de abril de 2013

Um SÓ, que é um TUDO.


É a esse amor que me refiro. Ninguém compra. Ninguém aprende em livros... Se vive. 
#projetonazare

E não importa o que os outros estão falando, ou pensando. Eu faço o que faço porque amo. Porque sei que posso ser capaz de fazer alguém sorrir. Pelas minhas ações, pelos meus risos. E isso é o que importa. Fazer sorrir. Fazer a diferença. Por mais que eu me canse, por mais que eu pareça "muito dedicada", ou até mesmo, "só fazendo isso". Não, não faço só isso. Haha, ahh, se fosse SÓ isso... Um SÓ, que é um TUDO. Graças a Deus eu faço isso, mas também tudo o mais que o meu curso exige, horas/madrugadas de estudos, horas de dedicação com casos clínicos, fisiopatologias, enfim... Afinal, serei médica, e anseio por ser uma excelente médica! Mas é aquilo, medicina não é apenas livros, não é apenas provas, não é apenas estar trancada no seu quarto lendo aquele velho Guyton... Medicina é vida, é vivência. E sei, quanto a isso, creio estar no caminho certo... Rezo todos os dias para que Deus me ajude, me ilumine, a continuar nesse caminho, porque é o que me faz feliz. É o que eu faço, o que me deixa bem... o que posso proporciar ao próximo, compartilhar, conviver, viver, é isso que me deixa feliz, e ao mesmo tempo, sei que isso sim, é o mais importante para a minha formação. O contato, o abraço, o toque, o aperto de mão, o sentir. Não é no Guyton/Moore/Netter, que eu vou encontrar ou viver isso.

Mirella Cristina

"A vida é como a música. Deve ser composta de ouvido, com sensibilidade e intuição, nunca por normas rígidas." Samuel Butler

quarta-feira, 13 de março de 2013

Habemus Papam: Papa Francisco!!!

Fiquei triste com algumas piadas. Isso machuca a quem crê! E daí se o papa é argentino, brasileiro, africano, europeu? Ele é o PAPA oras, independentemente. E eu creio! 
A quem crê, rezemos por ele, pelo nosso papa! Pelos tempos difíceis que estão por vir... ouso achar que já chegaram.

Sou super a favor da liberdade de expressão, mas, pra mim, ela deve ter um limite: o respeito.

Ao mesmo tempo... 
Tempos de luz também podem estar por vir! Tempos de luz, "fraternidade, amor e evangelização"!

quarta-feira, 6 de março de 2013

"Vamos viver nossos sonhos, temos tão pouco tempo..."

A gente pensa que as pessoas serão eternas, não, não são, mas suas obras serão.

E quando eu lembro da minha adolescência, muitas lembranças e bandas me vem na cabeça, mas não tinha um caderno que eu não colocava "só o que é bom dura tempo o bastante pra se tornar inesquecível". E nos meus diários?. No meu Skate tinha essa frase, nos meus livros e cadernos... 

Há muito tempo não escuto o CBJR, mas não posso deixar passar essa notícia, me pegou de jeito.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Abraços Grátis


Foi tudo muito além do que eu imaginei que seria... Eu não consigo me lembrar de uma manhã que eu sorri tanto. De uma manhã que me transmitiu tanta paz, tanta esperança, tanta FÉ! A cada pessoa que eu abraçava e via seu sorriso, eu sabia que ali a esperança de um novo dia, uma nova manhã, um bom dia estava nascendo. A cada pessoa que vinha correndo me abraçar, a cada BOM DIA, a cada COMO ESSE ABRAÇO É BOM, a cada certeza de que daquele abraço seria um caminho melhor para começar o dia, eu me senti realizada. Tão realizada que eu não queria saber de parar... No final da manhã, me vi contagiada a abraçar, abraçar, abraçar, sorrir e amar! Como é bom! Como é bom a gente conversar, a gente abraçar, olhar nos olhos do desconhecido e sorri. Como é bom olhar pra aqueles que não possuem quase nada além da família e daquele pedacinho de espaço para pedir dinheiro e os ver sorrindo com nossas ações, conversando conosco como amigos. Como é bom olhar para o próximo independente de quem seja. Como é bom...


Sai dali estimulada, com certeza aprendi tanto... senti tanto... Hoje, sou nova. Me renovei. E me orgulho tanto de saber que renovei o dia, semana, vida de tantas pessoas...

Eu amo o que faço. Amo a Medicina HUMANA. Amo meus colegas de curso que estavam comigo com esse mesmo objetivo. Eu amo a serenidade, a fé, a esperança de um mundo melhor.
Eu vou fazendo o possível...

FREE HUGS!!!!!

Mirella Cristina

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível."
São Francisco de Assis

Vem com tudo 2013!

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Alegria



A beleza na simplicidade. A beleza em um sorriso. 
A alegria não se resume em ver os pacientes esquecendo um pouco a dor naquele momento de alegria e descontração. A alegria se encontra também ao perceber a esperança voltando nos olhos de todos, não só dos pacientes mas também de seus acompanhantes. Eles também choram, eles também sofrem. Eles também precisam dessa alegria te ter a esperança de volta, a saúde de seu ente querido de volta. A alegria, por completo, é ver os olhos de todos, olhos sorrindo.

Mirella Cristina

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2013

Prestes a começar o ano novo, me vi não querendo me despedir de 2012. Um ano que foi tão bom, um ano que vi a graça de Deus se realizando em mim com o início de meu grande sonho, com tanta saúde, amor, felicidade plena. Quase tudo o que tinha desejado pra 2012 se realizou... Então, sim, fiquei com um pouco de tristeza.
2012, você vai acabar? Como assim? Não... eu não quero... Abraçando meus pais, meu namorado, meu irmão... 2013... é... um novo ano. Sim, eu não queria que 2012 acabasse, eu não queria me despedir de um ano tão bom. Mas, caramba, temos mais um ano pela frente, mais um ano de batalha, mais um ano de luta pra correr atrás de tudo aquilo que ainda desejamos, dos sonhos que ainda hão de se realizar, nossos e de pessoas queridas. Não temos que esquecer o que passou, 2012, eu não irei te esquecer. Você ficará guardada, na lembrança de um ano maravilhoso, que está dando lugar pra outro em que ainda é uma icógnita, mas não sou eu mesmo que sempre digo pra se enfrentar o que tiver que ser? Não desistir? Arriscar? Não sou eu mesma que acredito que, eu quero, eu posso, eu consigo? 2013 se inicia como algo novo, como um ano que tem tudo pra ser muito bom também! Então, bem vindo 2013!!!!!! Venha, Deus estará conosco. Amém.

"Nada poderá me abalar, nada poderá me derrotar... pois minha força e vitória tem um nome, é JESUS"!

Que 2013 seja um ano em que se renove a esperança, os sonhos, os sorrisos, o amor, a serenidade, e que a saúde e a fé prevaleçam!



Feliz Ano Novo!!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Santa Missa da Noite de Natal 2012

"A beleza deste Evangelho não cessa de tocar o nosso coração: uma beleza que é esplendor da verdade. Não cessa de nos comover o facto de Deus Se ter feito menino, para que nós pudéssemos amá-Lo, para que ousássemos amá-Lo, e, como menino, Se coloca confiadamente nas nossas mãos. Como se dissesse: Sei que o meu esplendor te assusta, que à vista da minha grandeza procuras impor-te a ti mesmo. Por isso venho a ti como menino, para que Me possas acolher e amar.

Sempre de novo me toca também a palavra do evangelista, dita quase de fugida, segundo a qual não havia lugar para eles na hospedaria. Inevitavelmente se põe a questão de saber como reagiria eu, se Maria e José batessem à minha porta. Haveria lugar para eles? E recordamos então que esta notícia, aparentemente casual, da falta de lugar na hospedaria que obriga a Sagrada Família a ir para o estábulo, foi aprofundada e referida na sua essência pelo evangelista João nestes termos: «Veio para o que era Seu, e os Seus não O acolheram» (Jo 1, 11). Deste modo, a grande questão moral sobre o modo como nos comportamos com os prófugos, os refugiados, os imigrantes ganha um sentido ainda mais fundamental: Temos verdadeiramente lugar para Deus, quando Ele tenta entrar em nós? Temos tempo e espaço para Ele? Porventura não é ao próprio Deus que rejeitamos? Isto começa pelo facto de não termos tempo para Deus. Quanto mais rapidamente nos podemos mover, quanto mais eficazes se tornam os meios que nos fazem poupar tempo, tanto menos tempo temos disponível. E Deus? O que diz respeito a Ele nunca parece uma questão urgente. O nosso tempo já está completamente preenchido. Mas vejamos o caso ainda mais em profundidade. Deus tem verdadeiramente um lugar no nosso pensamento? A metodologia do nosso pensamento está configurada de modo que, no fundo, Ele não deva existir. Mesmo quando parece bater à porta do nosso pensamento, temos de arranjar qualquer raciocínio para O afastar; o pensamento, para ser considerado «sério», deve ser configurado de modo que a «hipótese Deus» se torne supérflua. E também nos nossos sentimentos e vontade não há espaço para Ele. Queremo-nos a nós mesmos, queremos as coisas que se conseguem tocar, a felicidade que se pode experimentar, o sucesso dos nossos projectos pessoais e das nossas intenções. Estamos completamente «cheios» de nós mesmos, de tal modo que não resta qualquer espaço para Deus. E por isso não há espaço sequer para os outros, para as crianças, para os pobres, para os estrangeiros. A partir duma frase simples como esta sobre o lugar inexistente na hospedaria, podemos dar-nos conta da grande necessidade que há desta exortação de São Paulo: «Transformai-vos pela renovação da vossa mente» (Rm 12, 2). Paulo fala da renovação, da abertura do nosso intelecto (nous); fala, em geral, do modo como vemos o mundo e a nós mesmos. A conversão, de que temos necessidade, deve chegar verdadeiramente até às profundezas da nossa relação com a realidade. Peçamos ao Senhor para que nos tornemos vigilantes quanto à sua presença, para que ouçamos como Ele bate, de modo suave mas insistente, à porta do nosso ser e da nossa vontade. Peçamos para que se crie, no nosso íntimo, um espaço para Ele e possamos, deste modo, reconhecê-Lo também naqueles sob cujas vestes vem ter connosco: nas crianças, nos doentes e abandonados, nos marginalizados e pobres deste mundo.

Na narração do Natal, há ainda outro ponto que gostava de reflectir juntamente convosco: o hino de louvor que os anjos entoam depois de anunciar o Salvador recém-nascido: «Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens do seu agrado». Deus é glorioso. Deus é pura luz, esplendor da verdade e do amor. Ele é bom. É o verdadeiro bem, o bem por excelência. Os anjos que O rodeiam transmitem, primeiro, a pura e simples alegria pela percepção da glória de Deus. O seu canto é uma irradiação da alegria que os inunda. Nas suas palavras, sentimos, por assim dizer, algo dos sons melodiosos do céu. No canto, não está subjacente qualquer pergunta sobre a finalidade; há simplesmente o facto de transbordarem da felicidade que deriva da percepção do puro esplendor da verdade e do amor de Deus. Queremos deixar-nos tocar por esta alegria: existe a verdade; existe a pura bondade; existe a luz pura. Deus é bom; Ele é o poder supremo que está acima de todos os poderes. Nesta noite, deveremos simplesmente alegrar-nos por este facto, juntamente com os anjos e os pastores.

E, com a glória de Deus nas alturas, está relacionada a paz na terra entre os homens. Onde não se dá glória a Deus, onde Ele é esquecido ou até mesmo negado, também não há paz. Hoje, porém, há correntes generalizadas de pensamento que afirmam o contrário: as religiões, mormente o monoteísmo, seriam a causa da violência e das guerras no mundo; primeiro seria preciso libertar a humanidade das religiões, para se criar então a paz; o monoteísmo, a fé no único Deus, seria prepotência, causa de intolerância, porque pretenderia, fundamentado na sua própria natureza, impor-se a todos com a pretensão da verdade única. É verdade que, na história, o monoteísmo serviu de pretexto para a intolerância e a violência. É verdade que uma religião pode adoecer e chegar a contrapor-se à sua natureza mais profunda, quando o homem pensa que deve ele mesmo deitar mão à causa de Deus, fazendo assim de Deus uma sua propriedade privada. Contra estas deturpações do sagrado, devemos estar vigilantes. Se é incontestável algum mau uso da religião na história, não é verdade que o «não» a Deus restabeleceria a paz. Se a luz de Deus se apaga, apaga-se também a dignidade divina do homem. Então, este deixa de ser a imagem de Deus, que devemos honrar em todos e cada um, no fraco, no estrangeiro, no pobre. Então deixamos de ser, todos, irmãos e irmãs, filhos do único Pai que, a partir do Pai, se encontram interligados uns aos outros. Os tipos de violência arrogante que aparecem então com o homem a desprezar e a esmagar o homem, vimo-los, em toda a sua crueldade, no século passado. Só quando a luz de Deus brilha sobre o homem e no homem, só quando cada homem é querido, conhecido e amado por Deus, só então, por mais miserável que seja a sua situação, a sua dignidade é inviolável. Na Noite Santa, o próprio Deus Se fez homem, como anunciara o profeta Isaías: o menino nascido aqui é «Emmanuel – Deus-connosco» (cf. Is 7, 14). E verdadeiramente, no decurso de todos estes séculos, não houve apenas casos de mau uso da religião; mas, da fé no Deus que Se fez homem, nunca cessou de brotar forças de reconciliação e magnanimidade. Na escuridão do pecado e da violência, esta fé fez entrar um raio luminoso de paz e bondade que continua a brilhar.

Assim, Cristo é a nossa paz e anunciou a paz àqueles que estavam longe e àqueles que estavam perto (cf. Ef 2, 14.17). Quanto não deveremos nós suplicar-Lhe nesta hora! Sim, Senhor, anunciai a paz também hoje a nós, tanto aos que estão longe como aos que estão perto. Fazei que também hoje das espadas se forjem foices (cf. Is 2, 4), que, em vez dos armamentos para a guerra, apareçam ajudas para os enfermos. Iluminai a quantos acreditam que devem praticar violência em vosso nome, para que aprendam a compreender o absurdo da violência e a reconhecer o vosso verdadeiro rosto. Ajudai a tornarmo-nos homens «do vosso agrado»: homens segundo a vossa imagem e, por conseguinte, homens de paz.

Logo que os anjos se afastaram, os pastores disseram uns para os outros: Coragem! Vamos até lá, a Belém, e vejamos esta palavra que nos foi mandada (cf. Lc 2, 15). Os pastores puseram-se apressadamente a caminho para Belém – diz-nos o evangelista (cf. 2, 16). Uma curiosidade santa os impelia, desejosos de verem numa manjedoura este menino, de quem o anjo tinha dito que era o Salvador, o Messias, o Senhor. A grande alegria, de que o anjo falara, apoderara-se dos seus corações e dava-lhes asas.

Vamos até lá, a Belém: diz-nos hoje a liturgia da Igreja. Trans-eamus – lê-se na Bíblia latina – «atravessar», ir até lá, ousar o passo que vai mais além, que faz a «travessia», saindo dos nossos hábitos de pensamento e de vida e ultrapassando o mundo meramente material para chegarmos ao essencial, ao além, rumo àquele Deus que, por sua vez, viera ao lado de cá, para nós. Queremos pedir ao Senhor que nos dê a capacidade de ultrapassar os nossos limites, o nosso mundo; que nos ajude a encontrá-Lo, sobretudo no momento em que Ele mesmo, na Santa Eucaristia, Se coloca nas nossas mãos e no nosso coração.

Vamos até lá, a Belém! Ao dizermos estas palavras uns aos outros, como fizeram os pastores, não devemos pensar apenas na grande travessia até junto do Deus vivo, mas também na cidade concreta de Belém, em todos os lugares onde o Senhor viveu, trabalhou e sofreu. Rezemos nesta hora pelas pessoas que actualmente vivem e sofrem lá. Rezemos para que lá haja paz. Rezemos para que Israelitas e Palestinianos possam conduzir a sua vida na paz do único Deus e na liberdade. Peçamos também pelos países vizinhos – o Líbano, a Síria, o Iraque, etc. – para que lá se consolide a paz. Que os cristãos possam conservar a sua casa naqueles países onde teve origem a nossa fé; que cristãos e muçulmanos construam, juntos, os seus países na paz de Deus.

Os pastores apressaram-se… Uma curiosidade santa e uma santa alegria os impelia. No nosso caso, talvez aconteça muito raramente que nos apressemos pelas coisas de Deus. Hoje, Deus não faz parte das realidades urgentes. As coisas de Deus – assim o pensamos e dizemos – podem esperar. E todavia Ele é a realidade mais importante, o Único que, em última análise, é verdadeiramente importante. Por que motivo não deveríamos também nós ser tomados pela curiosidade de ver mais de perto e conhecer o que Deus nos disse? Supliquemos-Lhe para que a curiosidade santa e a santa alegria dos pastores nos toquem nesta hora também a nós e assim vamos com alegria até lá, a Belém, para o Senhor que hoje vem de novo para nós. Amen."

HOMILIA DO SANTO PADRE BENTO XVI  - 24 de Dezembro de 2012 

Feliz Natal!!